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	<title>Oficinalegal&#039;s Blog</title>
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		<title>STJ julga procedente em repercussão geral, o cálculo do ICMS por dentro e a multa de mora de 20% e juros pela SELIC.</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 17:18:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>

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		<description><![CDATA[ICMS - Taxa de juros permitida 

O STJ julga procedente em repercussão geral (RE 212.209), o cálculo do ICMS por dentro inclusive nas importações e a multa de mora de 20% e juros pela SELIC, lembrando que atualmente o governo do Estado de São Paulo vem praticando juros sobre os débitos de ICMS acima da taxa SELIC, admitida pela decisão do STF.  

Zanon, J. A. <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1438&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Estava na pauta do Supremo Tribunal Federal o julgamento, em Repercussão Geral, do cálculo do ICMS de forma que o imposto integre sua própria base (conhecido como cálculo por dentro). No mesmo RE 212.209 o STF também decidiria sobre a constitucionalidade da aplicação da multa de mora calculada em 20% e a cobrança de juros calculados pelo índice SELIC.</p>
<p style="text-align:justify;">O contribuinte apresentou seu Recurso Extraordinário ao STF questionando a decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que ratificou as disposições contidas na Lei Estadual paulista 6.374/89 vigentes naquela época. </p>
<p style="text-align:justify;">Em 18/05/2011, o STF decidiu favoravelmente ao Estado de São Paulo, reconhecendo a constitucionalidade da Lei paulista no que tange a cobrança do imposto &#8220;por dentro&#8221;, da multa de mora em 20% e dos juros calculados pelo índice SELIC. </p>
<p style="text-align:justify;">É bom lembrar que o cálculo do ICMS &#8220;por dentro&#8221; modelo herdado do antigo ICM, já estava consagrado na prática das empresas brasileiras, não só nas paulistas,  bem como o próprio STF já havia julgado procedendo essa forma de cálculo do imposto.</p>
<p style="text-align:justify;">A decisão em Repercussão Geral no RE 212.209 pacifica definitivamente o tema, de forma que o ICMS deve ser calculado por dentro, inclusive nas importações do exterior no país, na forma definida pelo artigo 155, parágrafo 2º, inciso XII, alínea &#8220;i&#8221; da Constituição Federal. </p>
<p style="text-align:justify;">Fato relevante trazido também em Repercussão Geral pelo RE 212.209 se refere a ratificação da multa de mora fixada em até 20%  e a definição dos juros pelo índice SELIC. </p>
<p style="text-align:justify;">É bom lembrar que a partir da edição da Lei Estadual paulista 13.918 de 22.12.2009 o Estado alterou o índice de juros aplicados sobre os débitos de ICMS. </p>
<p style="text-align:justify;">O parágrafo 1º do artigo 96 da Lei Estadual paulista 6.374/89, na redação trazida pela Lei Estadual 13.918 fixou em 0,13% o índice de juro ao dia. A mesma lei delegou ao Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo competência para reduzir  esse juro observando-se como parâmetro as taxas médias pré-fixadas das operações de crédito com recursos livres divulgadas pelo Banco Central do Brasil. </p>
<p style="text-align:justify;">Por sua vez, o parágrafo 5º do mesmo artigo da lei paulista estabeleceu que em nenhuma hipótese a taxa de juros poderá ser inferior à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia &#8211; SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente. </p>
<p style="text-align:justify;">Ou seja, atualmente o governo do Estado de São Paulo vem praticando juros sobre os débitos de ICMS acima da taxa SELIC, admitida pela decisão do STF. Para o Estado de São Paulo a taxa SELIC ficou sendo a taxa mínima para cobrança de juros, sendo a máxima 0,13% ao dia.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: STF</p>
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		<title>STF relativiza coisa julgada e permite nova ação de investigação de paternidade</title>
		<link>http://oficinalegal.wordpress.com/2011/06/03/stf-relativiza-coisa-julgada-e-permite-nova-acao-de-investigacao-de-paternidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 11:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por votação majoritária, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (02), conceder a um jovem de Brasília o direito de voltar a pleitear de seu suposto pai a realização de exame de DNA, depois que um primeiro processo de investigação de paternidade foi extinto na Justiça de primeira instância do Distrito Federal [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1434&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Por votação majoritária, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (02), conceder a um jovem de Brasília o direito de voltar a pleitear de seu suposto pai a realização de exame de DNA, depois que um primeiro processo de investigação de paternidade foi extinto na Justiça de primeira instância do Distrito Federal porque a mãe do então menor não tinha condições de custear esse exame. </p>
<p style="text-align:justify;">A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 363889, que foi suspenso em 7 de abril passado por um pedido de vista do ministro Luiz Fux. Naquele momento do julgamento, o relator, ministro José Antonio Dias Toffoli, havia dado provimento ao RE para afastar o óbice da coisa julgada (a sentença já havia transitado em julgado) e determinar o seguimento do processo de investigação de paternidade na Justiça de primeiro grau do Distrito Federal, depois que o Tribunal de Justiça competente (TJDFT) havia extinto a ação. </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O caso</strong> </p>
<p style="text-align:justify;">Uma ação de investigação de paternidade, cumulada com alimentos, proposta em 1989 pelo autor da ação, por intermédio de sua mãe, foi julgada improcedente, por insuficiência de provas. A defesa alega que a mãe, então beneficiária de assistência judiciária gratuita, não tinha condições financeiras de custear o exame de DNA para efeito de comprovação de paternidade. </p>
<p style="text-align:justify;">Alega, também, que o suposto pai não negou a paternidade. E lembra que o juiz da causa, ao extinguir o processo, lamentou, na época, que não houvesse previsão legal para o Poder Público custear o exame. </p>
<p style="text-align:justify;">Posteriormente, sobreveio uma lei prevendo o financiamento do exame de DNA, sendo proposta nova ação de investigação de paternidade. O juiz de primeiro grau saneou o processo transitado em julgado e reiniciou a investigação pleiteada. Entretanto, o Tribunal de Justiça acolheu recurso de agravo de instrumento interposto pela defesa do suposto pai, sob o argumento preliminar de que se tratava de coisa já julgada, e determinou a extinção do processo. É dessa decisão que o autor do processo e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios recorreram ao STF. </p>
<p style="text-align:justify;">No julgamento desta quinta-feira (02), o ministro Joaquim Barbosa observou que, entrementes, o Tribunal de Justiça do DF já mudou sua orientação e já admitiu a reabertura de um processo semelhante de investigação de paternidade. </p>
<p style="text-align:justify;">Repercussão geral e verdade real </p>
<p style="text-align:justify;">No início da discussão do recurso, o Plenário do Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, reconheceu a repercussão geral* do tema, porém restringindo sua abrangência a casos específicos de investigação de paternidade como este em discussão, sem generalizá-la. </p>
<p style="text-align:justify;">Na discussão sobre o reconhecimento da repercussão geral, a Corte decidiu relativizar a tese da intangibilidade da coisa julgada, ao cotejar o disposto no artigo 5º, inciso XXXVI, da Constituição Federal, que prevê que lei não poderá prejudicar a coisa julgada, com o direito à verdade real, isto é, o direito do filho de saber quem é seu pai. </p>
<p style="text-align:justify;">Esse entendimento prevaleceu, também, entre os ministros do STF, nos debates que se travaram em torno do assunto, em abril e hoje, à luz de diversos dispositivos constitucionais que refletem a inspiração da Constituição Federal (CF) nos princípios da dignidade da pessoa humana. </p>
<p style="text-align:justify;">Entre tais artigos estão o artigo 1º, inciso III; o artigo 5º e os artigos 226, que trata da família, e 227. Este dispõe, em seu caput (cabeça), que é dever da família, da sociedade e do Estado, dar assistência e proporcionar dignidade humana aos filhos. E, em seu parágrafo 6º, proíbe discriminação entre filhos havidos ou não do casamento. </p>
<p style="text-align:justify;">Foi também esse entendimento que levou o ministro Dias Toffoli a proferir seu voto, favorável à reabertura do caso, dando precedência ao princípio da dignidade da pessoa humana sobre o aspecto processual referente à coisa julgada. </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Voto-vista </strong> </p>
<p style="text-align:justify;">Ao trazer, hoje, a julgamento do Plenário o seu voto-vista, o ministro Luiz Fux acompanhou o voto do relator, pelo direito do jovem de pleitear a realização de novo exame de DNA. Para isso ele aplicou a técnica da ponderação de direitos, cotejando princípios constitucionais antagônicos, como os da intangibilidade da coisa julgada e, por outro lado, o da dignidade da pessoa humana, no caso presente, envolvendo o direito do jovem de saber quem é seu pai. Ele optou pela precedência deste último princípio, observando que ele é núcleo central da Constituição Federal (CF) de 1988. </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Votos</strong> </p>
<p style="text-align:justify;">No mesmo sentido do voto condutor, do relator, ministro Dias Toffoli, manifestaram-se, também, os ministros Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes e Ayres Britto.</p>
<p style="text-align:justify;">A ministra Cármen Lúcia entendeu que, neste caso, a decisão por falta de provas já sinaliza que não pode ser considerada imutável a coisa julgada – a decisão de primeiro grau. Ao defender o prosseguimento do processo de investigação de paternidade, ela lembrou que o Pacto de San José da Costa Rica prevê o direito do ser humano a conhecer sua história e suas origens. Entre o princípio da segurança jurídica e os princípios da dignidade da pessoa humana, ela optou por esta segunda. </p>
<p style="text-align:justify;">Em seu voto, também acompanhando o do relator, o ministro Ricardo Lewandowski observou que o Estado não cumpriu sua obrigação de dar assistência judiciária e integral e gratuita ao menor, no primeiro processo representado por sua mãe. Por isso, cabe agora suprir esta lacuna. </p>
<p style="text-align:justify;">Ele lembrou ademais que, na doutrina, já se fala hoje até do direito fundamental à informação genética, que já teria sido adotado pela Suprema Corte da Alemanha. </p>
<p style="text-align:justify;">Acompanhando essa corrente, o ministro Ayres Britto observou que o direito à identidade genealógica “é superlativo” e se insere nos princípios da dignidade da pessoa humana, à qual também ele deu precedência. No mesmo sentido se pronunciou o ministro Gilmar Mendes, ao também defender o direito à identidade. </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Divergência</strong> </p>
<p style="text-align:justify;">O ministro Marco Aurélio e o presidente da Suprema Corte, ministro Cezar Peluso, votaram pelo desprovimento do recurso. “Há mais coragem em ser justo parecendo injusto, do que em ser injusto para salvaguardar as aparências de justiça”, disse o ministro Marco Aurélio, ao abrir a divergência. </p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ele, “o efeito prático desta decisão (de hoje) será nenhum, porque o demandado (suposto pai) não pode ser obrigado a fazer o exame de DNA”. Isso porque, segundo ele, a negativa de realizar o exame não levará à presunção absoluta de que é verdadeiramente o pai. </p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o ministro, a Lei 8.560/92, no seu artigo 2-A, decorrente da Lei 12.004/2009 (que regula a paternidade de filhos havidos fora do casamento), prevê que, na ação de paternidade, todos os meios de prova são legítimos. Ainda de acordo com o ministro, a negativa de realizar o exame gerará presunção de paternidade, mas também esta terá de ser apreciada no contexto probatório. E, em tal caso, há grande possibilidade de o resultado ser negativo. </p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ele, cabe aplicar a regra do artigo 468 do Código de Processo Civil, que torna a coisa julgada insuscetível de modificação, salvo casos que excetua. Entre eles, está a ação rescisória, possível quando proposta no prazo de até dois anos do trânsito em julgado da sentença. No caso hoje julgado, segundo ele, já transcorreram mais de dez anos. Então, a revisão não é possível. </p>
<p style="text-align:justify;">Último a votar, também para desprover o recurso, o ministro Cezar Peluso disse que se sente à vontade ao contrariar a maioria, porque foi por 8 anos juiz de direito de família e atuou pelo dobro do tempo na Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP). </p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, observou, no caso hoje julgado “está em jogo um dos fundamentos da convivência civilizada e da vida digna”. Ao lembrar que se colocou a coisa julgada em confronto com outros princípios constitucionais, aos quais a maioria deu precedência, ele disse que “a coisa julgada é o princípio da certeza, a própria ética do direito”.  “O direito não está na verdade, mas na segurança”, disse ele, citando um jurista italiano. “Ninguém consegue viver sem segurança”, afirmou. </p>
<p style="text-align:justify;">Ele observou, neste contexto, que o direito à liberdade é um dos  princípios fundamentais consagrados na Constituição. Portanto, no entender dele, a se levar ao extremo a decisão de hoje, nenhuma sentença condenatória em direito penal, por exemplo, será definitiva, já que, por se tratar de um princípio fundamental dos mais importantes, ele sempre comportará recurso da condenação, mesmo que transitada em julgado. </p>
<p style="text-align:justify;">“Incontáveis ações envolvem direitos fundamentais, que obedecem princípios consagrados na Constituição”, afirmou o ministro, lembrando que, mesmo assim, não se vem propondo a desconstituição das decisões nelas proferidas.</p>
<p style="text-align:justify;">Cezar Peluso lembrou que o autor do Recurso Extraordinário julgado hoje propôs várias ações e, nelas apresentou testemunhas, assim como o fez a parte contrária. E em várias delas, desistiu. “Não lhe foi negado o direito de produzir provas. Elas, por si só, poderiam levar o juiz a decidir”, afirmou. </p>
<p style="text-align:justify;">Também o ministro Cezar Peluso considera que a decisão de hoje terá pouco efeito prático, já que hoje o Estado é obrigado a custear o exame de DNA, e nenhum juiz deixará de determinar a sua realização. </p>
<p style="text-align:justify;">“Por tudo isso, eu tenho respeito quase absoluto à coisa julgada”, conclui o ministro Cezar Peluso, lembrando que, no direito romano, “res iudicata” – coisa julgada – era uma instituição jurídica vital, de coisa julgada que não podia ser revista. “E, sem isso, é impossível viver com segurança”, afirmou. </p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o ministro, o suposto pai do autor do RE também tem direito à dignidade da pessoa humana. E esse benefício não lhe está sendo concedido, já que vem sendo perseguido há 29 anos por ações de investigação de paternidade, que podem ter repercussão profunda em sua  vida privada. </p>
<p style="text-align:justify;">FK/AD</p>
<p style="text-align:justify;">RE 363889 </p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: STF.</p>
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		<title>Filho tem liberados dois terços da herança até fim de ações de reconhecimento de união estável do pai falecido</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 11:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cabe à companheira, concorrendo com o descendente exclusivo do autor da herança, a metade da cota-parte destinada ao herdeiro, vale dizer, um terço do patrimônio do falecido adquirido durante a convivência a título oneroso. Com este entendimento, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a liberação de dois terços do valor depositado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1426&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Cabe à companheira, concorrendo com o descendente exclusivo do autor da herança, a metade da cota-parte destinada ao herdeiro, vale dizer, um terço do patrimônio do falecido adquirido durante a convivência a título oneroso. Com este entendimento, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a liberação de dois terços do valor depositado e retido, descontando-se parcelas adiantadas, ao inventariante (filho), até o trânsito em julgado de todas as ações de reconhecimento de união estável que tramitam envolvendo o falecido.</span></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">No caso, a pretensa companheira de um servidor do Ministério Público de Pernambuco, falecido, requereu a abertura de inventário, bem assim a sua nomeação como inventariante, tendo concomitantemente ajuizado ação objetivando o reconhecimento da união estável.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">O filho único do autor da herança – cujo espólio constitui-se de proventos e diferenças salariais não recebidos em vida junto ao Ministério Público estadual – peticionou nos autos, habilitando-se para a sucessão e requerendo o cancelamento dos alvarás de levantamento de valores porventura concedidos, solicitando, outrossim, sua nomeação como inventariante, uma vez existir a prevalência na gradação prevista no artigo 990, do Código de Processo Civil (CPC).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Uma decisão o habilitou como herdeiro necessário, revogando a inventariança anteriormente concedida à suposta companheira do falecido, e indeferindo o pedido de suspensão dos alvarás de autorização expedidos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Na condição de novo inventariante, o filho requereu a expedição de alvará de levantamento dos resíduos de proventos deixados pelo pai, bem como a concessão do benefício da justiça gratuita.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">O juízo de primeiro grau indeferiu os pedidos de assistência gratuita e de expedição dos referidos alvarás, ao fundamento de que a condição de único herdeiro necessário não estaria comprovada, ante a pendência da ação declaratória de união estável.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<div><span style="color:#888888;">No STJ</span></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">No recurso especial, o herdeiro alegou que os proventos do trabalho pessoal do falecido não estariam encartados no conceito de “bens adquiridos onerosamente na vigência da união estável, estando, portanto, excluídos da meação, máxime ante o fato de que a condição de ex-companheira do falecido não teria o condão de alça-la a herdeira necessária, porque o Código Civil vigente a exclui da ordem de vocação hereditária&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Sustentou, ainda, que, se a companheira porventura viesse a concorrer, não poderia levantar mais que um terço desses valores, razão pela qual pediu, alternativamente, a majoração do seu percentual.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">A maioria dos ministros concluiu pela concessão da liberação de dois terços do valor depositado e retido, descontados os valores já adiantados ao herdeiro, ao fundamento de que a companheira, se for vitoriosa na ação de união estável, concorrerá com descendente só do autor da herança.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Em seu voto, acompanhando o ministro Fernando Gonçalves, já aposentado, o ministro Luis Felipe Salomão destacou que, após o falecimento do titular, as verbas desprendem-se de sua natureza jurídica original, passando a integrar o monte, para efeito de herança. “Tal e qual um direito creditório, ou depósito em conta bancária”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">O ministro afirmou, ainda, que se a suposta companheira sair vitoriosa na demanda que ajuizou – reconhecimento de união estável – fará jus ao recebimento de sua parte nos valores que integraram o monte partilhável da herança. “É que, concorrendo a companheira com o descendente exclusivo do autor da herança, cabe-lhe a metade da quota-parte destinada ao herdeiro, vale dizer, 1/3 do patrimônio do <em>de cujus</em>”, conclui o ministro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Já o ministro João Otávio de Noronha entendeu que as verbas de natureza laboral, como as do caso em julgamento, não integram a comunhão e, por isso, não sucede o companheiro sobrevivente em relação a elas. A ministra Maria Isabel Gallotti votou com a divergência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, da Terceira Turma do STJ, foi convocado para proferir voto-desempate e votou seguindo o entendimento dos ministros Gonçalves e Salomão.</span></p>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"> </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Fnte: Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ.</span></div>
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		<title>ICMS – Fim da Guerra Fiscal</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 11:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[ O tribunal julgou ontem 14 ações diretas de inconstitucionalidade propostas nos últimos anos contra tais benefícios criados em Estados, como São Paulo, Rio, Paraná, Minas Gerais, além do Distrito Federal. As ações foram propostas pelos próprios Estados contra os outros.  O Supremo Tribunal Federal acaba de julgar por unanimidade inconstitucionais leis e decretos de 14 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1422&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"> O tribunal julgou ontem 14 ações diretas de inconstitucionalidade propostas nos últimos anos contra tais benefícios criados em Estados, como São Paulo, Rio, Paraná, Minas Gerais, além do Distrito Federal. As ações foram propostas pelos próprios Estados contra os outros. </p>
<p style="text-align:justify;">O Supremo Tribunal Federal acaba de julgar por unanimidade inconstitucionais leis e decretos de 14 estados que concediam vantagens aos contribuintes no recolhimento do ICMS. Nestas decisões a corte não especificou se as empresas que usaram os benefícios terão agora de recolher as diferenças com multa e juros, sendo que doravante os membros do STF podem agora decidir liminarmente outros casos que aguardam julgamento sobre o mesmo tema. </p>
<p style="text-align:justify;">Com a decisão, a princípio, os setores mais atingidos seriam: automotivo, eletroeletrônico, agropecuária, máquinas e equipamentos, papel e celulose, metalurgia e minerais metálicos, aeronáutico, embarcações, medicamentos, comércio atacadista, transportes e combustíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Zanon, J. A.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oficinalegal.wordpress.com/1422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oficinalegal.wordpress.com/1422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oficinalegal.wordpress.com/1422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oficinalegal.wordpress.com/1422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/oficinalegal.wordpress.com/1422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/oficinalegal.wordpress.com/1422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/oficinalegal.wordpress.com/1422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/oficinalegal.wordpress.com/1422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oficinalegal.wordpress.com/1422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oficinalegal.wordpress.com/1422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oficinalegal.wordpress.com/1422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oficinalegal.wordpress.com/1422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oficinalegal.wordpress.com/1422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oficinalegal.wordpress.com/1422/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1422&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lei não pode dar incentivo sem acordo entre estados</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 11:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal assumiu papel importante na guerra fiscal entre os estados brasileiros na quarta-feira (1º/6). Por decisão unânime do Plenário, definiu que os estados não podem conceder benefícios fiscais sem acordo entre todas as secretarias de Fazenda. A corte analisou 14 ações contra leis de sete unidades da Federação que davam reduções e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1418&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O Supremo Tribunal Federal assumiu papel importante na guerra fiscal entre os estados brasileiros na quarta-feira (1º/6). Por decisão unânime do Plenário, definiu que os estados não podem conceder benefícios fiscais sem acordo entre todas as secretarias de Fazenda. A corte analisou 14 ações contra leis de sete unidades da Federação que davam reduções e isenções fiscais a empresas e setores econômicos sem acordo prévio no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), como determina a Constituição Federal. </p>
<p style="text-align:justify;">As leis contestadas eram as do Rio de Janeiro, de Mato Grosso do Sul, São Paulo, do Paraná, Pará, Espírito Santo e do Distrito Federal. Todas as normas permitiam afrouxamento na cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), como informa a <em>Agência Brasil.</em> </p>
<p style="text-align:justify;">O presidente do STF, Cezar Peluso, afirmou que a jurisprudência da corte sempre determinou que a concessão de benefícios de forma individual pelas unidades da federação é ilegal. A demora no julgamento, assinalou, ocorreu devido ao excesso de processos no Supremo. A ideia era julgar todos os casos de uma vez para evitar que a lei continuasse valendo só em alguns estados. </p>
<p style="text-align:justify;">Peluso destacou ainda que o tema não foi completamente esgotado, porque ainda há algumas ações sobre guerra fiscal nos gabinetes dos ministros. “Mas estão sendo relacionadas e agora todos concordaram que darão liminares para que a situação não fique como está”, disse Peluso. Questionado se a decisão foi um recado para os estados acabarem com a guerra fiscal, afirmou: “É mais ou menos isso. Resta aos interessados saber se aceitam o recado. O STF estabeleceu hoje que não pode conceder benefício fiscal contra as exigências da Constituição”.</p>
<p style="text-align:justify;">No mesmo julgamento, a corte anunciou que julgará ainda três ADIs apresentadas pelo estado do Paraná contra políticas de cobrança de ICMS, tributo recolhido pelos estados, em que cada um cobra um valor. </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>São Paulo x Rio</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> No primeiro julgamento, da ADI que trata da disputa entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, o STF deu razão aos paulistas. O estado reclamava de lei fluminense que isentava empresas locais de juros e multas relacionadas ao ICMS — a medida está relacionada a outra lei, que isentava as companhias lá sediadas do imposto, considerado inconstitucional pelo STF. O Rio baixava o preço do ICMS em até 13%, em alguns casos, segundo a defesa do estado de São Paulo. </p>
<p style="text-align:justify;">A medida, de acordo com o estado de São Paulo, estabelece condições desleais de competição às empresas fluminenses, além de caracterizar uma forma de burlar a decisão prévia do STF pela inconstitucionalidade da isenção o imposto estadual. O valor do tributo vem sendo usado como “arma” pelos estados para estimular empresas locais em detrimento de companhias de outras unidades da Federação.</p>
<p style="text-align:justify;">Em sua defesa, o governo do Rio alegou que a lei impugnada não exonerou as empresas de recolher o tributo, apenas lhes concedeu mora de 12 meses e prazo de 60 meses para quitar os débitos a ele referentes, dispensando-as dos juros e da multa sobre esses débitos tributários. Em seu entendimento, isto não é vedado pelo disposto no artigo 155, parágrafo 2º, inciso XII, letra &#8220;g&#8221;, da CF.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ainda o governo do Estado do Rio, essa dispensa se enquadraria no Convênio 24/75, prorrogado pelo Convênio 151/94, firmado entre os estados no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que estabeleceu condições para moratória, hipóteses de parcelamento, anistia e transação, desde que não suprimida a obrigação de pagamento do imposto. </p>
<p style="text-align:justify;">Para decidir, STF se baseou no artigo 150 a Constituição Federal, que diz, em seu parágrafo 6º, que qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito presumido, anistia ou remissão relativa a impostos, taxas ou contribuições somente poderá ser efetuada mediante lei, observado o disposto no artigo 155, parágrafo 2º, XII, &#8220;g&#8221;, que condiciona a concessão e revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais a prévio acordo conjunto entre os estados e o Distrito Federal.</p>
<p style="text-align:justify;">O STF aproveitou a decisão em favor de São Paulo e a estendeu a outras ADIs que estavam em avaliação na corte, relacionadas a isenções de ICMS concedidas pelo Rio. Estas foram apresentadas pelos estados de Minas Gerais e Rio Grande do Norte e pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Esta última trata especificamente de benefício concedido pelo Rio à importação e produção de equipamentos esportivos. </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Paraná</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">As ações apresentadas pelo estado do Paraná receberam atenção especial do STF. A corte deu razão a dois pedidos do estado sulista, ambas contra o Mato Grosso do Sul, e decidiu analisar outras três ADIs paranaenses. Uma das ADIs aceita pelo STF diz respeito a abatimentos no ICMS praticados pelo Mato Grosso do Sul a empresas locais. A outra é relacionada a benefícios fiscais concedidos a pequenas empresas sul matogrossense, que abate o preço do ICMS em até 13%. Ambos os benefícios foram considerados inconstitucionais pelo STF. </p>
<p style="text-align:justify;">As três análises de ADI dizem respeito a isenções de ICMS na produção e alimentos. O primeiro sobre o abatimento de aves e carnes, em que lei, também do Mato Grosso do Sul, reduz o tributo em até 7% para empresas locais, prejudicando a pecuária paranaense. A outra ADI é sobre regra fluminense que concede benefício fiscal à produção e refinamento de sal destinadas exclusivamente à alimentação. </p>
<p style="text-align:justify;">O terceiro pedido é sobre duas regras do estado de São Paulo: uma que isenta de ICMS fabricantes paulistas de leite esterilizado e outra que abate em 1% o imposto de compradores de leite cru produzido no estado. </p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, o estado também protagonizou outra disputa fiscal no STF. O ministro Joaquim Barbosa decidiu que a isenção de ICMS a carros fabricados no Paraná viola o artigo 150 da Constituição Federal, o mesmo para definir a inconstitucionalidade das outras ADIs.</p>
<p style="text-align:justify;"> Fonte: <em>Assessoria de Imprensa do STF.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oficinalegal.wordpress.com/1418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oficinalegal.wordpress.com/1418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oficinalegal.wordpress.com/1418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oficinalegal.wordpress.com/1418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/oficinalegal.wordpress.com/1418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/oficinalegal.wordpress.com/1418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/oficinalegal.wordpress.com/1418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/oficinalegal.wordpress.com/1418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oficinalegal.wordpress.com/1418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oficinalegal.wordpress.com/1418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oficinalegal.wordpress.com/1418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oficinalegal.wordpress.com/1418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oficinalegal.wordpress.com/1418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oficinalegal.wordpress.com/1418/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1418&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>IPTU progressivo é constitucional, decide Supremo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 20:38:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Plenário do Supremo Tribunal Federal julgou constitucional a Lei municipal 13.250/2001, de São Paulo, que instituiu o valor venal do imóvel como base de cálculo da cobrança do IPTU. Segundo ministro Marco Aurélio, relator do caso, deve ser afastada “a pecha atribuída à EC 29/2000”, que alterou o parágrafo 1º do artigo 156 da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1413&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O Plenário do Supremo Tribunal Federal julgou constitucional a Lei municipal 13.250/2001, de São Paulo, que instituiu o valor venal do imóvel como base de cálculo da cobrança do IPTU.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ministro Marco Aurélio, relator do caso, deve ser afastada “a pecha atribuída à EC 29/2000”, que alterou o parágrafo 1º do artigo 156 da Constituição para permitir a cobrança progressiva do IPTU com base no valor venal do imóvel. </p>
<p style="text-align:justify;">No Recurso Extraordinário, o município pedia a nulidade do acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo que declarou inconstitucional a Emenda Constitucional 29/2000 por inobservância ao artigo 97 da Constituição Federal, que determina que só a maioria absoluta do Órgão Especial do tribunal pode declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo. </p>
<p style="text-align:justify;">Ao votar, o ministro ressaltou o entendimento firmado pelo Plenário em julgamento sobre o mesmo tema, no qual se concluiu que a lei foi editada em conformidade com o parágrafo 1º do artigo 156 da Constituição Federal, na redação dada pela Emenda Constitucional 29/2000. </p>
<p style="text-align:justify;">Na ocasião do julgamento daquele RE (423.768), os ministros frisaram que a cobrança de tributos deve levar em conta o patrimônio, a renda e o volume de atividades econômicas das pessoas, conforme previsto no parágrafo 1º do artigo 145 da Constituição Federal, e aquelas com maior capacidade contributiva devem contribuir mais, para possibilitar ao Poder Público cumprir sua função social. </p>
<p style="text-align:justify;">Origem   </p>
<p style="text-align:justify;">No caso, Edison Maluf impetrou MS para questionar o recolhimento do IPTU, referente ao exercício de 2002, em valor excessivamente maior, por causa da utilização de tabela de alíquotas progressivas em função da base de cálculo, representando um aumento de 84,21% em relação ao ano anterior. </p>
<p style="text-align:justify;">Para o proprietário, o ato foi arbitrário, e a Emenda Constitucional 29/2000, atenta contra as chamadas cláusulas pétreas da Constituição, além de todos os critérios adotados pela legislação municipal. </p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Assessoria de Imprensa do Supremo Tribunal Federal.</p>
<p style="text-align:justify;">RE 586.693</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oficinalegal.wordpress.com/1413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oficinalegal.wordpress.com/1413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oficinalegal.wordpress.com/1413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oficinalegal.wordpress.com/1413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/oficinalegal.wordpress.com/1413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/oficinalegal.wordpress.com/1413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/oficinalegal.wordpress.com/1413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/oficinalegal.wordpress.com/1413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oficinalegal.wordpress.com/1413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oficinalegal.wordpress.com/1413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oficinalegal.wordpress.com/1413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oficinalegal.wordpress.com/1413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oficinalegal.wordpress.com/1413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oficinalegal.wordpress.com/1413/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1413&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Má-prestação de serviço condena hospital e médicos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A 6a Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul manteve sentença que condenou, solidariamente, o Hospital Beneficente Santa Luzia, de Capão da Canoa, e dois médicos da instituição, a pagar R$ 30 mil a título de danos morais. Além deste valor, o paciente vai receber, com as devidas correções, R$ 20 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1401&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A 6<sup>a</sup> Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul <a href="http://s.conjur.com.br/dl/hospital-medicos-sao-condenados-pelos.doc"><span style="color:#000000;">manteve</span></a><span style="color:#808080;"> </span>sentença que condenou, solidariamente, o Hospital Beneficente Santa Luzia, de Capão da Canoa, e dois médicos da instituição, a pagar R$ 30 mil a título de danos morais. Além deste valor, o paciente vai receber, com as devidas correções, R$ 20 mil por danos estéticos e ainda as despesas hospitalares extras, calculada à época dos fatos em R$ 4.560, como reparação material. O julgamento do recurso aconteceu no dia 28 de abril, com a presença dos desembargadores Luís Augusto Coelho Braga, Ney Wiedemann Neto e Artur Arnildo Ludwig (relator). </p>
<p style="text-align:justify;">O paciente ingressou com a ação, narrando ter procurado o hospital no dia 5 de julho de 1999, onde foi atendido e internado pelo SUS. Na ocasião, sentia dores abdominais, vômito e diarréia. Recebeu de um dos médicos o diagnóstico de gastrenterite e abdômen agudo, sendo internado e medicado. No dia 9 de julho, após o agravamento do quadro clínico, submeteu-se a uma apendicectomia, realizada por um segundo médico, para a retirada do apêndice e tratamento da infecção decorrente. </p>
<p style="text-align:justify;">Relatou que, até o dia do procedimento cirúrgico, permaneceu com os mesmos sintomas, porém, piorando a cada dia. E, com a supuração do apêndice, alegou que correu risco de vida, uma vez que desenvolveu infecção. No dia 26 de julho, recebeu alta, necessitando, em casa, realizar curativos na incisão, aberta e expelindo forte cheiro fétido, pois não cicatrizava, em função da progressiva infecção. </p>
<p style="text-align:justify;">Sem apresentar melhora, retornou ao hospital no dia 31 de julho, onde recebeu antibióticos, que não foram eficazes. Diante da situação, a família optou pela transferência do autor da ação para outra instituição hospitalar, com mais recursos. O médico, no entanto, se negou a efetuar a transferência, deixando os familiares inteiramente responsáveis pelo paciente. No outro hospital, onde o atendimento médico se deu de forma particular, o autor foi submetido a duas cirurgias, realizadas com urgência. A partir daí, se deu o início de sua recuperação. </p>
<p style="text-align:justify;">Em primeira instância, a juíza de Direito Cleusa Maria Ludwig julgou procedentes os pedidos do autor e condenou os réus ao pagamento de indenização por dano material no valor de R$ 4.560,00, referentes às despesas hospitalares, corrigidos monetariamente. Os danos morais foram fixados em R$ 30 mil, e os danos estéticos em R$ 20 mil, também a serem corrigidos monetariamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Ambas as partes recorreram. O autor pela majoração das indenizações fixadas a título de danos morais e estéticos e pela incidência de juros moratórios desde a data do evento danoso. O hospital afirmou que os médicos são profissionais autônomos, remunerados pelo SUS, não sendo a instituição responsável por suas condutas, vez que inexiste vínculo entre os réus. Um dos médicos afirmou que não é responsável pelo ocorrido, pois não houve procedimento irregular ou fora dos padrões médicos, sendo a cirurgia realizada “salvadora”. O outro profissional apelou fora do prazo.</p>
<p style="text-align:justify;">No entendimento do relator, desembargador Artur Arnildo Ludwig, em casos como o dos autos, a instituição hospitalar assume a responsabilidade pelo paciente por força no disposto no artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor (CDC); ou seja, o prestador de serviço responde independentemente de culpa pelos danos causados. Como prestadores de serviços, os estabelecimentos hospitalares são responsáveis por eventuais danos causados aos pacientes. Para evitar repetições, o relator adotou trechos da sentença da juíza como razões de decidir. </p>
<p style="text-align:justify;">Diz a sentença que somente após o sétimo dia de evolução da patologia é que foi feito o diagnóstico adequado e tratamento correto, que é a intervenção cirúrgica. “Portanto, o erro do diagnóstico perdurou por mais tempo do que o recomendado (&#8230;.). Além disso, os medicamentos usados no tratamento estavam equivocados e, não ocorrendo a melhora da saúde do autor com as medidas empregadas, era dever do médico que o estava atendendo submetê-lo à avaliação cirúrgica. Somado a isso, tenho que restou verificado erro no proceder do médico ao dar alta ao paciente  que, no dia anterior, apresentava febre alta e não podia ser atendido por pessoas leigas, necessitando, portanto, permanecer no hospital para ter o acompanhamento adequado.”</p>
<p style="text-align:justify;">Com base nestes fundamentos, foi mantida a condenação do hospital e dos médicos, bem como os valores a serem indenizados. O apelo do autor foi provido, em parte, no sentido de que os juros sejam incidentes a partir da data do evento danoso. </p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Assessoria de Imprensa do TJ-RS.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oficinalegal.wordpress.com/1401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oficinalegal.wordpress.com/1401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oficinalegal.wordpress.com/1401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oficinalegal.wordpress.com/1401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/oficinalegal.wordpress.com/1401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/oficinalegal.wordpress.com/1401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/oficinalegal.wordpress.com/1401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/oficinalegal.wordpress.com/1401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oficinalegal.wordpress.com/1401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oficinalegal.wordpress.com/1401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oficinalegal.wordpress.com/1401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oficinalegal.wordpress.com/1401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oficinalegal.wordpress.com/1401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oficinalegal.wordpress.com/1401/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1401&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Procon autua bancos pela demora no atendimento</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[ Procon de Porto Alegre autuou, no último dia 26 de maio, mais três agências bancárias da Capital pelo descumprimento do Decreto 16.780/2010, que estipula a duração do tempo de espera dos consumidores em filas de bancos. Os estabelecimentos pertencem aos bancos Bradesco, da Avenida Baltazar de Oliveira Garcia; Itaú, da mesma avenida; e o HSBC [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1399&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"> Procon de Porto Alegre autuou, no último dia 26 de maio, mais três agências bancárias da Capital pelo descumprimento do Decreto 16.780/2010, que estipula a duração do tempo de espera dos consumidores em filas de bancos. Os estabelecimentos pertencem aos bancos Bradesco, da Avenida Baltazar de Oliveira Garcia; Itaú, da mesma avenida; e o HSBC da Avenida Sertório. Em 2011, já foram autuadas 20 agências bancárias pela demora no atendimento aos usuários de seus serviços. </p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A legislação estipula o período máximo de espera de 15 minutos em dias normais e 20 minutos em vésperas de feriados ou nas ocasiões de pagamento dos servidores públicos&#8221;, informa o diretor-executivo do Procon de Porto Alegre, Omar Ferri Júnior. </p>
<p style="text-align:justify;">Comprovada a infração, os bancos têm 15 dias para apresentar defesa junto ao Procon. Com a autuação, o estabelecimento  é submetido a um processo administrativo no Procon municipal que poderá resultar em multa no valor de R$ 4.931,40. Em caso de reincidência da infração, a multa pode chegar a R$ 9.862,80. </p>
<p style="text-align:justify;">O setor de Fiscalização do Procon de Porto Alegre recebe denúncias pelo telefone (51) 3289-1795 ou pelo site www.portoalegre.rs.gobv.br/procon. O órgão atende nos dias úteis, das 9h às 16h, na Rua dos Andradas, 686. </p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Assessoria de Imprensa do Procon de Porto Alegre.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oficinalegal.wordpress.com/1399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oficinalegal.wordpress.com/1399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oficinalegal.wordpress.com/1399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oficinalegal.wordpress.com/1399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/oficinalegal.wordpress.com/1399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/oficinalegal.wordpress.com/1399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/oficinalegal.wordpress.com/1399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/oficinalegal.wordpress.com/1399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oficinalegal.wordpress.com/1399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oficinalegal.wordpress.com/1399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oficinalegal.wordpress.com/1399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oficinalegal.wordpress.com/1399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oficinalegal.wordpress.com/1399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oficinalegal.wordpress.com/1399/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1399&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Comprador que espera há 12 anos por construção de imóvel receberá indenização por dano moral</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu indenização por danos morais a um homem que aguarda há 12 anos pela entrega de um imóvel cuja construção sequer foi iniciada. Os ministros entenderam que, apesar de a jurisprudência do STJ afirmar que o descumprimento de contrato acarreta mero dissabor, a depender da peculiaridade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1397&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu indenização por danos morais a um homem que aguarda há 12 anos pela entrega de um imóvel cuja construção sequer foi iniciada. Os ministros entenderam que, apesar de a jurisprudência do STJ afirmar que o descumprimento de contrato acarreta mero dissabor, a depender da peculiaridade do caso concreto, é possível constatar abalo moral. </p>
<p style="text-align:justify;">No caso, o homem havia ajuizado ação de rescisão do contrato de promessa de compra e venda celebrado com a proprietária do terreno no Rio de Janeiro onde deveria ter sido construído o empreendimento imobiliário, cumulada com indenização por danos materiais e morais contra a Cosmorama Empreendimentos Imobiliários e Participações Ltda, em razão de o imóvel não ter sido entregue na data pactuada, nem sequer começado a ser construído quando da propositura da ação, apesar de todos os pagamentos terem sido honrados nos respectivos vencimentos. </p>
<p style="text-align:justify;">A primeira ré contestou o pedido, alegando que era proprietária do terreno, mas não tinha qualquer compromisso com a incorporação e responsabilidades daí advindas, bem como pontuando a ausência de dano moral. A incorporadora foi considerada revel. </p>
<p style="text-align:justify;">Sobreveio sentença que julgou procedente o pedido de rescisão contratual com relação à proprietária. Quanto à Cosmorama, o juiz acolheu o pleito de devolução integral das quantias pagas, devidamente corrigidas e com incidência de juros, bem o de indenização por danos morais no valor de R$ 18 mil. </p>
<p style="text-align:justify;">Em apelação interposta pelo comprador, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) deu-lhe parcial provimento apenas para condenar a incorporadora a pagar custas e honorários, mantendo o entendimento de inexistência de solidariedade entre as rés e afastando a ocorrência de danos morais, pois considerou ter acontecido mero descumprimento contratual.<strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Recurso </p>
<p style="text-align:justify;">No recurso especial, o comprador sustentou que a responsabilidade da proprietária do imóvel, quanto à indenização por danos morais, sendo objetiva e solidária, não poderia ter sido afastada, assim como a existência de danos morais, pela ausência de entrega do imóvel no prazo pactuado. </p>
<p style="text-align:justify;">A proprietária do terreno argumentou que inexiste a solidariedade e a consequente obrigação de indenizar, pois, ao outorgar mandato à incorporadora, esta passou a assumir integral responsabilidade para os negócios e consequências decorrentes da incorporação. </p>
<p style="text-align:justify;">O relator, ministro Luis Felipe Salomão, observou que os precedentes do STJ quanto à configuração de dano moral em casos de descumprimento de contrato não se posicionam de modo intransigente, sendo que a constatação de abalo moral que exige compensação pecuniária depende das particularidades do caso concreto. </p>
<p style="text-align:justify;">“Em uma realidade carente de soluções para o problema habitacional, em que a moradia constitui elemento basilar para o exercício da cidadania, há que se atentar para o fato de que o recorrente (o comprador), ao investir suas economias na aquisição do sonho da casa própria, que há cerca de 12 anos não sai do papel por incúria da incorporadora/construtora, viu-se alvo de uma situação que exacerba a naturalidade dos fatos da vida, causando séria e fundada aflição ou angústia em seu espírito, não se tratando, portanto, de mero dissabor advindo de corriqueiro inadimplemento de cláusula contratual de somenos importância”, frisou o ministro. </p>
<p style="text-align:justify;">Salomão considerou manifesto o dano moral e restabeleceu a indenização de R$ 18 mil fixada na sentença. Quanto à existência de solidariedade entre a proprietária e a incorporadora, o relator considerou que a questão esbarra na Súmula 7/STJ, impedindo o conhecimento do recurso neste particular. </p>
<p style="text-align:justify;">Desse modo, a Quarta Turma conheceu parcialmente do recurso especial e deu-lhe parcial provimento somente para reconhecer a existência de dano moral, condenando a incorporadora ao pagamento da indenização, tal qual fixado na sentença. A decisão foi unânime. </p>
<p style="text-align:justify;"><em>Fonte: Assessoria de Imprensa do STJ</em><em></em></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Contrato renovado por 30 anos não pode ser extinto</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Legal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sul América Seguros de Vida e Previdências deve manter contrato firmado com uma segurada de Minas Gerais que aderiu ao seguro de vida há mais de 30 anos. A empresa pretendia extinguir unilateralmente o contrato. Propês termos mais onerosos para a uma nova apólice. Entretanto, a renovação deve respeitar as mesmas bases impostas a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oficinalegal.wordpress.com&amp;blog=9197445&amp;post=1395&amp;subd=oficinalegal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Sul América Seguros de Vida e Previdências deve manter contrato firmado com uma segurada de Minas Gerais que aderiu ao seguro de vida há mais de 30 anos. A empresa pretendia extinguir unilateralmente o contrato. Propês termos mais onerosos para a uma nova apólice. Entretanto, a renovação deve respeitar as mesmas bases impostas a princípio, dentro dos parâmetros estabelecidos, sob rico de ofensa ao princípio da boa-fé. A decisão é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça. </p>
<p style="text-align:justify;">A segurada ajuizou ação de obrigação de fazer cumulada com pedido de liminar. Na ação, alegou ter firmado contrato de seguro com a Sul América há mais de 30 anos. E, argumentou, que, desde então, vinha pagando regularmente o valor do seguro contratado, sendo o contrato renovado anualmente de forma automática e readequado em 1999, por imposição da seguradora, com emissão de nova apólice.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ela, em julho de 2006, foi surpreendida com uma notificação enviada pela seguradora. Foi informada que o contrato de seguro estaria extinto a partir de setembro, por conta da impossibilidade de manutenção dos termos contratados, sendo facultado à ela a contratação de um novo seguro, com redução das coberturas anteriormente contratadas e aumento do valor dos prêmios a serem pagos. Assim, a segurada pediu a manutenção dos termos anteriormente contratados e o reconhecimento da abusividade das cláusulas constantes do novo contrato de seguro proposto pela seguradora. </p>
<p style="text-align:justify;">Em primeira instância, a Sul América foi condenada a manter o contrato inicial e respeitar, na renovação anual, as mesmas bases impostas na contratação do seguro. A Sul América apelou da sentença. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais  entendeu que a cláusula que faculta à seguradora rescindir unilateralmente o contrato por meio de mera notificação é abusiva, ainda que igual direito seja conferido ao consumidor, pois estabelece vantagem excessiva à fornecedora, tendo em vista as peculiaridades do contrato de seguro. Para o TJ mineiro, tratando-se de contrato de adesão, que tem como escopo principal a continuidade no tempo, não há como se admitir a rescisão com intuito de que o segurado contrate novo seguro, em condições mais onerosas. </p>
<p style="text-align:justify;">Inconformada a seguradora recorreu ao STJ. Sustentou que o contrato de seguro de vida não é vitalício e pode ter prazo de vigência determinado, o que não encontra óbice no Código de Defesa do Consumidor. Alegou que o contrato firmado possui cláusula expressa acerca da sua temporariedade, prevendo a possibilidade de resilição unilateral por qualquer das partes, o que acontece no caso. Por fim, afirmou que a decisão viola o principio da função social do contrato, ao defender o suposto dever de continuidade do contrato de seguro firmado entre as partes, o que não se pode admitir.</p>
<p style="text-align:justify;">Em seu voto, o relator, ministro Massami Uyeda, concluiu que a pretensão da seguradora de modificar abruptamente as condições do contrato, não renovando o ajuste anterior nas mesmas bases, ofende os principio da boa-fé objetiva, da cooperação, da confiança e da lealdade que deve orientar a interpretação dos contratos que regulam relações de consumo. </p>
<p style="text-align:justify;">O ministro destacou, também, que a 2ª Seção do STJ, no julgamento do Recurso Especial 1.073.595, ocorrido em 22 de março deste ano, entendeu ser abusiva cláusula contratual que contempla a não renovação do contrato de seguro de vida por parte da seguradora dentro dos parâmetros anteriormente estabelecidos, sob o risco de violação, dentre outros, ao principio da boa-fé objetiva e da cooperação.<em> </em><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Fonte: Assessoria de Imprensa do STJ</em><em></em></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%201105483">REsp 1105483</a></p>
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